O que o Provimento 205/2021 permite
O provimento abriu espaço para o marketing jurídico: anúncios pagos, palavras-chave no Google, conteúdo nas redes, vídeos e lives são admitidos. O limite está no tom: a publicidade deve ser informativa, sóbria e não pode servir para captar clientela.
Os erros mais comuns
Prometer resultado, citar valores ou "consulta grátis", usar casos de clientes e expressões como "o melhor escritório" são os pontos que mais geram problemas. O checklist cobre esses itens e outros previstos no texto.
Exemplos: como reescrever um anúncio
- Evite: "Ganhe sua causa trabalhista com o melhor escritório da cidade." Prefira: "Direito do trabalho: entenda seus direitos em caso de demissão sem justa causa."
- Evite: "Consulta grátis! Honorários a partir de R$ 300." Prefira: "Escritório com atuação em direito previdenciário. Agende um atendimento."
- Evite: "Conseguimos R$ 500 mil para um cliente no mês passado." Prefira: um conteúdo explicando quais direitos a pessoa pode ter naquela situação, sem citar casos.
Onde o advogado pode anunciar
No Google, os anúncios por palavra-chave aparecem para quem pesquisou o tema, o que está de acordo com o Anexo Único do provimento. Nas redes sociais, o impulsionamento de conteúdo informativo é admitido; o que não pode é usar o anúncio como oferta direta de serviços ou para captar clientela. Em todos os casos, vale a regra: informar, não persuadir.
A M8 cria campanhas de marketing para advogados dentro dessas regras. Para entender a parte técnica dos anúncios, leia o guia de Google Ads.
